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sábado, 5 de dezembro de 2009

Histórias de um passado em Moçambique - "A fonética do amor"

"Olá

Uma amiga falou-me do vosso desafio, e assim desafiou-me. Não resisti e contei aquela que de todas as minhas histórias moçambicanas acho que é a mais bela. É uma história de amor.

Carlos Gil

Alverca
5 de Dezembro de 2009 "
 
 
A fonética do amor


Pedem-me que conte uma história pessoal e marcante passada em Moçambique, de forma curta e intensa, como se com tais coordenadas fosse possível condensar o fogo fazendo-o luzinha e limitar o estremecimento quando um desafio assim é proposto. É que – foi inevitável pois foi marcante, ó se foi!... – o que me veio logo à memória é uma história de amor. A minha história de amor predilecta, o love story cuja bobine aninho com o carinho que dedicamos aos momentos mais belos das nossas vidas.


Recuando ao seu princípio, hoje acho que me apaixonei logo que a conheci, que com ela brinquei, ri e chorei, pois foi sempre em sua companhia que cresci. Dos sete aos vinte anos, dito com a precisão dos registos, então vividos sem noção de tempo além da mudança dos calções para calças boca-de-sino, hoje com a lenta minúcia com que nos recolhemos quando revisitamos o tempo das mais doces memórias.

Era um namoro descomprometido, que do meu amor por ela vivia-o no dia-a-dia com a naturalidade de sempre o conhecer, ser simplesmente assim, e, ela por mim, suspeito, com a gaiatice malandra das meninas namoradeiras, cortejadas por todos e capaz de a todos conceder o seu sorriso especial. Eu juro que tive os meus, juro-o porque o senti quer nos momentos que o rubor dos sorrisos íntimos e a discrição silenciam, quer em todos os restantes, dias, noites cheias e quentes que vivíamos intensamente, lado a lado em todas as ocasiões. Viver maiúsculo, chama-se quando se é jovem e chamo-o ainda hoje assim. Ser feliz.

Éramos jovens e ela muito bela. Atrevida, orgulhosa e vaidosa da sua beleza, e qual a bonita rapariga que não o é, que não exibe o volume dos seus seios como se fossem colinas na paisagem, que, gaiata e feliz, não solta mais um botão da bata do liceu para que se veja mais um pouco das suas lindas pernas, longas e elegantes, e olhá-las é perdermos o sentido do tempo e tudo o mais, como se em cada centímetro de veludo revelado fosse mais um passo numa longa avenida, a do crescer. As suas feições, ocidentais de arquitectura e de traço moderno com um ou outro pormenor clássico que lhe realçavam a beleza (aquelas covinhas quando sorria, ó deuses…), eram apimentadas pelo tom moreno da pele, bem além daquele que o sol nos grava quando nos namora, tão lindo, tão lindo, que só consigo dele dizer que com ele ela era eroticamente selvagem, enlouquecendo-me hoje de desejo em voltar a acariciá-la quando fecho os olhos e na memória a contemplo, linda como a mais linda das princesas.

Sim, ela era bonita, lindíssima, mas achava-o natural e acho que na altura até acreditava que todas as moças seriam assim como ela, perdidas de lindas. Mais tarde, depois dos tais vinte’s, tive outros namoros e até uma ou outra paixão, mas só então percebi que o adágio que diz que não há amor como o primeiro se lhe colava com plena justiça, que moça mais linda ainda não vi, e amor igual lamento mas ainda não me visitou e eu senti.

Olhando hoje com a minúcia da saudade o seu rosto e perfil, que seduziam todos que a conheciam – sei-o e sem ciúmes, ela era simplesmente assim! reconheço que para o conjunto ter ganho tanta beleza não era estranho – felizmente não! a mistura de sangues que herdara e nela se consolidava como a mais bela do mundo, tal qual cidade que eclode na paisagem com tal elegância e dinâmica e arrasa o que a rodeia, prendendo atenções, olhares e caminhos, minimizando as restantes belezas assim chamadas propriamente de limítrofes pois, filha assim do Homem sobrepõe-se às belezas naturais. Ela era simplesmente a mais bela, a moça mais bonita entre todas, e nós namorávamos sem de tanto me aperceber bem além da felicidade de fruí-la, que a demasia quando é nossa não incomoda, e ela era minha, tinha-a, minha quase desde que me lembro e me conheci. Dos sete aos vinte, recordo e sorrio com carinho.

Nem me ralava que fosse algo frívola, já o disse, não me fazia comichão que catrapiscasse o olho e sorrisse a todos que a olhavam, que não fosse esquiva nos beijos que aceitava, que o meu amor não fosse único, pois, quando se voltava para mim e me olhava, me mimava, eu sentia-me como se o fosse e era feliz. Quando se tem uma paixão assim, um amor enorme, gigantesco, qual a admiração por ele extravasar convenções, para quê complicar? O seu gordinho era enorme mas eu sabia que nele estava o meu melhor cantinho, e quando a olhava e via o sorriso retribuído, a carícia partilhada, tudo o mais se apagava e as ruas ficavam desertas e eu era o seu único príncipe, como se naqueles momentos de ternura eu fosse o único habitante daquela cidade imensa e linda que era o seu coração.

Foi assim. Eu chamo-me Carlos e ainda estou apaixonado, reconheço. O nome dela, da minha princesa moçambicana, é lindo como ela é e certamente será sempre, mesmo que por coisas da vida tenha adoptado no registo civil outro, consentâneo com uma nova situação legal. Chama-se Eleéme, quente como ela é, e pronuncia-se com os lábios terminando num beijo lento, final sempre feliz quando se tenta a fonética do amor.


Publicada por Carlos Gil aqui.

RÁDIO MOCIDADE - Lourenço Marques - 1967-1974


Rádio Mocidade, emissora do Liceu Salazar em Lourenço Marques , pode ser considerada como uma experiência pedagógica bem sucedida dos anos 60/70 antecipando, em uma dezena de anos ,a ideia de abertura da Escola ao meio onde está inserida. Para além de ocupação dos tempos livres dos alunos do Liceu, a R.M. abriu-se a outras populações escolares,incluindo a universitária e pós-laboral, bem como a toda a população em geral . Será a história desta emissora que me proponho contar: as dificuldades do arranque ; a falta de meios materiais e pecuniários ; a descrença no projecto por parte de " velhos do Restelo"; a vontade dos jovens ; o êxito e o sonho que não se pôde concretizar . Tudo o que afirmarmos será comprovado por fotografias e pela transcrição de notícias da imprensa da época ,devidamente identificada. É assim um comprido blog que não se tornará compacto devido ás inúmeras fotografias que intercalam o texto e que foram obtidas pela amabilidade de particulares. Terminaremos com uma referência a um almoço que ocorreu 34 anos depois da emissora encerrar e que juntou , em Lisboa,alguns dos jovens, agora de cabelos brancos e talvez avós.


Publicada por Joaquim A.A. Nogueira em http://radiomocidade.blogspot.com/

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Encontro Nacional dos Naturais e Ex-residentes de Moçambique / 25 anos ACRENARMO - Informação e Boletim de Inscrição



Ginástica de Correcção Postural


Workshop - Pintura em lenços de Seda


Augusto Carlos na ACRENARMO a 03/12/2009


Augusto Carlos


Viveu a sua infância em Moçambique, rodeado de uma natureza alegre, intensa, colorida e por vezes assustadora. Desde cedo conviveu com pessoas de diversas cores e culturas, que o enchiam de curiosidade.

Em 2000, com a idade de 45 anos e uma vida de histórias e reflexões sobre as pessoas e o mundo, inicia-se na escrita.

A escrita de Augusto Carlos está alicerçada na memória de um país imenso, estando sempre presente a necessidade questionar e de compreender o mundo que rodea: a natureza, as relações humanas, o Homem, Deus e a sua obra.

Aos poucos e poucos, a opinião pública vai tomando contacto com a sua mensagem e, sobretudo, questionando uma série de vivências e reflexões, qual gota no oceano de melhorar a sociedade adormecida em que vivemos.

Autor de “Contos da Natureza”, "O Cântico dos Melros” ou “O Flamingo da Asa Quebrada”, entre outros títulos), partilha a experiência de vida e filosófica de um cidadão luso-moçambicano e do mundo, nascido em 1955 em Gaza, engenheiro e empresário por profissão e escritor por devoção.


A Natureza por protagonista

Através de uma linguagem simples, com a genuinidade que caracteriza a obra de Augusto Carlos, os leitores são convidados a partilhar das sábias reflexões de uma flor de castanheiro e a aprender com quantos fios se tece uma teia. São pequenos contos, repletos de sonho, de procura, de magia, que reflectem um maior amadurecimento na escrita incisiva de Augusto Carlos, um estudioso de Filosofia, próximo do Budismo, seguidor do pensamento templário, fã de Agostinho da Silva e nome ascendente na chamada «literatura de testemunho» em Portugal e na Diáspora.

São mensagens escritas a apelar a uma Humanidade mais igual, fraterna e livre, em que o amor e a solidariedade sejam a norma e não a penosa excepção. Um livro fundamental para debatermos com os nossos filhos. Para voltarmos a falar do mais profundo que existe em nós, do planeta que nos rodeia e, com a simplicidade e a verdade do aprendiz, de que forma podemos melhorar a realidade.

Agora, vem à Sede da Acrenarmo mostrar um pouco de si e da sua escrita numa conversa informal com os leitores.


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Press Release - Protocolo com a Coimbratur, Lda

“ACRENARMO-Associação Cultural e Recreativa dos Naturais e Ex Residentes de Moçambique“ acorda parceria com a Coimbratur,Lda”





Visando a institucionalização e o aprofundamento das relações de cooperação entre a Coimbratur, Ldª e a ACRENARMO, e tendo como principal objectivo a promoção, o aproveitamento recíproco de potencialidades e complementaridades de acções, a Coimbratur Ldª, assinou recentemente com a ACRENARMO um protocolo de cooperação de forma a possibilitar a todos os membros desta Associação, benefícios financeiros na aquisição de produtos ou serviços disponibilizados pela Coimbratur. Esta cooperação mútua proporcionará a todos os elementos da ACRENARMO um desconto financeiro em todos os pacotes turísticos, reservas de hotel ou rent a car disponibilizados pela Coimbratur bem como um atendimento prioritário a todos os associados da ACRENARMO.

Por outro lado, a Coimbratur patrocinará também eventos promovidos por esta Associação
A Coimbratur, Ldª é uma agência de viagens com larga implantação na região Centro, e fica situada na Rua Dr. Rosa Falcão nº 6 em Coimbra ( Por trás do actual Palácio da Justiça ).

http://www.coimbratur.com/

sábado, 31 de outubro de 2009

BAILE DE FIM DO ANO 2009/2010 DOS BEIRENSES E SEUS AMIGOS



Solicita-nos o nosso carissimo amigo Gonzaga Coutinho de vos transmitir este evento por ele organizado a pensar em todos vós.


Caros Amigos(as)

Vamos comemorar a nossa maneira a passagem do ano no Salão da Quinta da Valenciana, agora remodelado com todas as condições logísticas para uma festa acolhedora.

A climatização do espaço, o som, o palco, e as variações da dimensão do Salão apresentam agora condições ideais para uma festa de sucesso.

DATA - 31 de Dezembro de 2009 às 21.00 horas.
LOCAL - QUINTA DA VALENCIANA - Fernão Ferro http://www.quintavalenciana.com/
ANIMAÇÃO - Conjunto de Gonzaga Coutinho e DJ 2001. http://www.gonzagacoutinho.com/
PREÇOS - Adultos - 40 Chiveves.
Crianças ate 10 anos - 10 Chiveves.
Inclui uma garrafa de espumante por cada 4 pessoas e passas.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

- Haverá um serviço de BAR e Comida Goesa e Moçambicana. Este serviço não está incluido no preço da entrada.
- Sugere-se organizar grupos de amigos que poderão levar o seu "farnel".
- No acto do pagamento, mediante a planta da sala, será atribuida uma mesa para o número de pessoas interessadas.
- Limitamos a lotação do Salão para o máximo de 400 pessoas.
- As inscrições e reservas serão encerradas no dia 21 de Dezembro afim de procedermos a organização das mesas.
- As pessoas interessadas em ficar alojadas no local poderão reservar quartos no espaço da organização da Quinta, consulte o site.

CONTACTOS PARA INFORMAÇÕES E RESERVAS:

Gonzaga Coutinho - Telm 969 020 673 gonzaga@netcabo.pt
Reinaldo Sá – 961 431 328 ronysa@gmail.com
Rui Salbany - 914 959 448 ruisalbany@netcabo.pt

Agradeço que organizem os vossos grupos e que repassem este mail para os contactos dos amigos.

Obrigado, Gonzaga Coutinho


www.quintavalenciana.com

Fonte: http://www.quintavalenciana/...
 

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Divulga��o de um PEDIDO DE AJUDA

Ol� Amigos.

Pe�o desculpa por me ausentar durante periodos alargados, mas n�o consigo dar vaz�o ao trabalho todo que tenho.

Hoje de manh� recebi no meu email um pedido de ajuda de uma senhora que procura o seu pai, n�o tendo noticias dele desde 1976 e que n�o posso deixar de publicar e assim pedir a vossa ajuda tamb�m.

Ent�o aqui vai:

Email: Boa tarde,

Atrav�s da internet encontrei vosso site e tratando-se de assuntos relacionados com ex-residentes em Mo�ambique, venho solicitar a Vossa ajuda, no sentido de localizar-me o meu pai chamado Sousa que foi ex-residente de Ant�nio Enes (actualmente Angoche) e ex-funcion�rio da empresa "Boa Viagem" e saiu de Mo�ambique em 1976 num clima de turbul�ncia.

Agrade�o desde j� vossa colabora��o.

Cumprimentos.

Acrenarmo: Ol� _______, Boa tarde

Ser� um prazer tentar ajud�-la.

Gostaria no entanto que me desse mais pormenores de seu pai, tais como idade, nome completo, etc.

Tentarei junto de outras pessoas, perguntando se o conhecem. Faremos o poss�vel para o encontrar.

Os meus cumprimentos

Paulo Batista

Email: Caro Paulo,

Grato pela sua receptividade.

Sabe, e com aperto no peito que sinto ao responde-lo que nada mais sei do meu pai alem do que disse (chama-se Sousa e foi funcion�rio e/ou gerente ou s�cio-gerente, da "Boa -Viagem" na ex-Ant�nio Enes). Foi tamb�m motorista das carreiras que naquela �poca fazia o percurso Ant�nio Enes/Nampula e vice-versa. Acredito que era o unico funcion�rio Portugu�s com este nome.

N�o fa�o ideia da sua idade mas eu tenho 43 anos isto e, nasci em 1966. A minha m�e como e desletrada, e pela sua ignor�ncia, n�o possui nenhum dado sobre o meu pai. Saiu ele de Ant�nio Enes/Parapato, tinha eu 10 anos (em 1976 durante a "opera��o 24h" que houve l� a "queima roupa" a "Catanadas" enfim, contra os portugueses...) Lembro-me com saudades os poucos momentos da minha vida que ele me levava a escola. e choro de ter depois vivido estes anos todos sem se quer saber se ele vive ou n�o...., se tenho irm�os ....enfim. Esta e a minha hist�ria. Reitero a todos ajuda quem souber algo deste Homem, ficaria feliz s� em saber que esta vivo.

Obrigada. E Deus aben�oe a si e a todos que colaborarem consigo.

Acrenarmo: Ol� ________.

Tentarei ajud�-la no que puder, mas ambos sabemos o qu�o dif�cil ser� ter informa��es.

Assim iremos junto de quem lidou diariamente com o seu pai.

Se se lembrar ou conseguir mais alguns dados, agrade�o que me informe para acrescentar na informa��o divulgada.

Um Abra�o Amigo

Paulo Batista

Email: Como diz o velho ditado " A esperan�a e ultima que morre"

Lembrando mais...Uma das melhores amigas dele, e que foi minha madrinha de Registo Civil de nascimento, chamava-se Aida Monteiro, j� falecida.

Aquele abra�o.

______

Agrade�o que me ajudem, a ajudar esta senhora qua n�o pede mais do que saber do paradeiro de seu pai.

KANIMAMBO

Paulo Batista

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Exposição de Pintura - Dinis de Oliveira Marques



Dinis Marques




DINIS DE OLIVEIRA MARQUES, nasceu na freguesia de Santa Catarina da Serra, Leiria, em 1949.
Viveu 20 anos em Moçambique, de 1965 a 1985.
Não tem qualquer formação relacionada com a pintura, mas sempre teve interesse e curiosidade por desenho, pintura de letras, etc.

Em 1989, viu num jornal diário uma foto de um quadro de Chichorro, um famoso pintor Moçambicano e, resolveu fazer uma réplica numa folha de papel A4.

Gostou do resultado e então decidiu começar a fazer coisas da sua autoria. O que mais lhe saía da cabeça eram caras coloridas.

Fez a sua primeira exposição em 1997 em Leiria, na Galeria do posto de Turismo, com o título: CARAS DE NINGUÉM.

Entretanto colocou de parte este passatempo, até que em 2007 resolveu voltar a pintar e fez uma série de 18 quadros que deram origem à exposição QUEM VÊ CARAS NÃO VÊ CORAÇÕES, que ocorreu no átrio do centro comercial JARDINS DO LIS GALERIAS em fins de 2007.

Todos os quadros eram em acrílico, mas em 2008 resolveu pintar alguns quadros a óleo.Por acordo com a Acrenarmo resolveu expor os quadros que lhe restavam da exposição anterior e os novos que entretanto pintou.

Para ver o video, clique aqui

filme-concerto da Associação Célula & Membrana: "Música dos Osso para paisagens de Moçambique"


Caros amigos, venho divulgar o convite da Câmara Municipal de Leiria aos sócios da Acrenarmo que muito nos honra.
Espero que gostem.
Os nossos agradecimentos à CML
Paulo Batista

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Exma. Direcção da Acrenarmo
No próximo dia 10 de Outubro (sábado), às 21.30h, no Teatro Miguel Franco, estreia o nosso primeiro filme-concerto da Associação Célula & Membrana: "Música dos Osso para paisagens de Moçambique", um filme documental que se apresenta como uma extensa paisagem de Moçambique. Em cima do palco estarão os Osso a tocar ao vivo a banda sonora estruturada especificamente para esta ocasião.

Seria uma honra para nós se pudéssemos contar com a Vossa presença e ofereceremos bilhetes aos vossos associados. O preço dos bilhetes para o público em geral é de 3 Euros.

Com os melhores cumprimentos


Albertina Ramos
Programadora do Teatro Miguel Franco
Divisão da Cultura e Gestão de Espaços Culturais
Câmara Municipal de Leiria

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

1º Convivio dos Luso-Moçambicanos em Ourém


Cá está o primeiro Convívio dos Luso-Moçambicanos em Ourém.

Como resultado da divulgação que se tem feito da Acrenarmo, foi-nos solicitado o nosso apoio para a organização deste evento, o que nos honrou imenso.

Embora o seja curto o espaço de tempo para o convívio, estamos certos que não faltarão pessoas a ver pela afluência de incentivos que nos transmitiram.

O almoço irá ser animado pelos "Amigos da Farra" que irão cantar entre outras, alguns temas da nossa conhecida Maria Papoila (poetisa e compositora que colaborou vários anos com a Rádio Clube de Moçambique e com a Orquestra Típica do Rádio Clube) que dos dá a honra da sua presença.

Vamos ficar á tua espera. Traz um amigo !

Confirmações de presença mediante pagamento cheque para uma das seguintes moradas ou por transferência bancária ( NIB : 003503930005937743113 ) com o envio via email do comprovativo de transferência, impreterivelmente até o dia 30 de Setembro 2009:

Com a colaboração do nosso amigo António Rodrigues, aqui ficam as coordenadas para GPS :
N- 39º 39' 20,04"
W- 8º 34' 32,03"


Obrigado António

Acrenarmo-Associação Cult.Rec.dos Naturais e Ex-residentes de Moçambique
Largo de São Pedro
2400–035 LEIRIA

Paulo Batista-918114235
acrenarmo@gmail.com

ou

José Francisco Martinho dos Santos
Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, 50, 1.º Dt.ºOurém
2490-548 Ourém

José Santos-963168430
zepiripiri@gmail.com


Mapa da cidade de Ourém
Carregue para ampliar e imprimir (ponto nº 21)


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Convívio de Xinavane



O convívio de Xinavane realiza-se no dia 26 Set. 2009 pelas 12.30, no restaurante " O TRILHO" no lugar de ABRUNHEIRA perto do Cacém.

DIA 26/09/2009, ás 12horas e 30 minutos, no restaurante "Trilho", sito na Av. combatentes, 32 em Abrunheira (perto do Cacém)
O preço são 25 euros.
Para mais informações e inscrições: António Santos 219572260 ou António Miranda 960186181.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

DANÇAS LATINAS / DANÇAS CLASSICAS




DANÇAS LATINAS

-Cha-cha-cha
-Samba
-Rumba
-Passodoble
-Jive


DANÇAS CLASSICAS

-Valsa Inglesa
-Valsa Vienense
-Tango
-Quickstep
-Foxtrot


AULA DE DEMONSTRAÇÃO
dia 2 e 7 de Setembro
das 20:00 ás 22:00n


ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA - ACRENARMO
(junto ao Castelo de Leiria)

Tel: 244 835 788
96 454 9858

mail: acrenarmo@gmail.com
www.acrenarmo.blogspot.com

ALMOÇO DO ALTO MAÉ

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Ginástica Localizada (todas as idades)


É preciso fazer exercício para que as articulações não fiquem enferrujadas.

O exercício é demasiado importante para deixar para outro dia ou para mais tarde. É a saúde que manda e exige que façamos exercícios.

Na Acrenarmo, preocupamos-nos com a sua saúde. Para isso já temos aulas de ginástica com a supervisão do prof. José Bento.

Agarra nos teus amigos(as) e vem experimentar.

Bom exercício
Nota: Horários sujeitos a alterações

Para matar saudades..."do outro lado do tempo"

L M ( PRAIAS)
http://www.youtube.com/watch?v=tV-udsU11Kc
L M ( NO OUTRO LADO DO TEMPO)
http://www.youtube.com/watch?v=MxcAClOrgUw&feature=related
XAI-XAI
http://www.youtube.com/watch?v=Ky326UAE758&feature=related
ILHA DE MOÇAMBIQUE
http://www.youtube.com/watch?v=aCXNJcYqRQw&feature=related
GORONGOSA
http://www.youtube.com/watch?v=OELtwlEr7aI&feature=related
PORTO AMÉLIA
http://www.youtube.com/watch?v=hudm_mXz3aQ&feature=related
BEIRA
http://www.youtube.com/watch?v=6rlPFSpN3v4&feature=related
MARRABENTE & MODA
http://www.youtube.com/watch?v=UBplyEinoXI&feature=related

terça-feira, 11 de agosto de 2009

SABOR A PASSADO

SABOR A PASSADO


Um sabor a passado
Véu rasgado
Abrindo memórias
Tempo que não volta
No tempo
Mas permanece
Nas alegrias
Nas tristezas
Nas confidências
Doutro tempo
No silêncio dos anos
As reminiscências
As lutas
As incertezas
Os desencontros
No tempo
Mas sempre a tempo
De novo encontro



Maria Isabel Campos de Almeida Batista
31/11/2007

(Encontro telefónico com uma amiga ao fim de 35 anos)

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Histórias de um passado em Moçambique



Caros amigos.

A ACRENARMO está a lançar um desafio a todos os que estiveram em Moçambique e que foram testemunhas das vivências dos Portugueses e Luso moçambicanos naquele país que ainda hoje mexem nos nossos corações.

Gostaríamos que partilhassem connosco uma história que vos tenha ficado gravada na memória e no coração. Pode ser sobre um episódio familiar, social, desportivo, sobre um amigo, um amor, etc.

A ideia essencial é pedir-vos que enviem as vossas próprias histórias para serem colocadas aqui no nosso blog.

De preferência, aquela que mais vos marcou e que dificilmente se vão esquecer.
Regras, há apenas duas: as histórias têm que ser curtas e têm que ser reais, e a sua publicação depende não de critérios literários, mas sim do mérito e da humanidade das mesmas.

Partilhar esses momentos, é contribuir para a preservação da memória de Moçambique e a vida dos portugueses além-mar com testemunhos em poesia, diálogos ou narrativas, de alegrias e tristezas, mágoas e arrependimentos, trabalho ou a escola, serviço militar ou missões, férias, sobre a velhice ou sobre a infância, dramas ou episódios hilariantes, de encontros e desencontros, de amores eternos e os impossíveis, dos fracassos e dos sucessos, das dificuldades e das oportunidades, dos amigos e das saudades que trouxemos connosco e assim transmitir essas vivências aos mais novos e as gerações futuras.

Enfim, a lista de possibilidades é longa.

Certamente não faltarão memórias. Todos temos episódios para contar.

Partilhar é dar liberdade às memórias, tornando-as propriedade de todos nós e das gerações futuras.

Até lá….Boas memórias.